Há quase 40 anos cuidando de crianças.
Comecei minha jornada na medicina em 1987. Passei 15 anos na UTI pediátrica — onde aprendi que cada segundo conta, cada detalhe importa, e que não existe cuidado pequeno quando se trata de uma criança.
Hoje, no consultório privado, sigo fazendo o que sempre fiz: olhar para cada criança como alguém único, não como um diagnóstico. Lactente, criança, adolescente — cada fase tem sua linguagem, e aprender a falar cada uma delas foi o que me levou a quase quatro décadas de prática sem nunca deixar de estudar.
Ao longo desse caminho, percebi que nem tudo se resolve só com a medicina tradicional. Por isso, ampliei minha formação em hipnoterapia — uma ferramenta clínica que me permite ajudar crianças e adolescentes com ansiedade, fobias, dificuldades de sono, enurese, estresse escolar e outras questões que pedem uma abordagem mais ampla. É o cuidado que vai além do sintoma.
Procurar um pediatra é confiar alguém que você ama a um estranho. Meu compromisso é que, em poucos minutos de conversa, esse estranho deixe de ser um.
Agende uma conversa. Sem compromisso. Sem pressa. Apenas para você sentir se faz sentido.